AeroClipping, 6ª-feira - 7 de janeiro de 2011 - ano IX - nº 5
- Detalhes
- Criado em Sexta, 07 Janeiro 2011 09:12
O ESTADO DE S.PAULO
Terminal do aeroporto de Washington reabre após alerta
Azul inicia operações no Tom Jobim, no RJ, em fevereiro
Folha de São Paulo
British Airways perdeu R$ 130 mi com nevasca
Boeing entrega 462 aviões comerciais em 2010 e cumpre meta
TAM lidera queixas nos juizados dos aeroportos de São Paulo
O Globo
Passageiro rende suposto sequestrador em avião
Valor Econômico
Correções
Virgin tenta decolar nos Estados Unidos
Diário do Nordeste
Infraero aponta riscos no Aeroporto do Cariri
O Povo - CE
Governo federal e estado de SP querem ampliar aeroportos
O Dia Online
Lixões próximos ao Galeão são fechados para garantir segurança aérea
Agência Brasil
Chuva e falta de funcionários atrasam voos em todo o país
Jornal de Turismo
Voos da Argentina chegam lotados a Maceió
Gol e Qatar Airways assinam acordo de compartilhamento de voos
Folha do Turismo
Lan é eleita empresa do ano em e-commerce
Aeroporto de Manaus registra recorde de passageiros em 2010
none
Tap faz acordo codeshare com Air China
Infraero realiza melhorias em Marabá, na Paraíba
Panrotas
Aeromexico entra na briga para o Japão
Aeroporto de Cabo Frio terá mais demanda neste verão
Aviação Brasil
Lan Airlines deixará de voar para Toronto
O ESTADO DE S.PAULO
06 de janeiro de 2011 | 22h 07
Terminal do aeroporto de Washington reabre após alerta
REUTERS
Parte do principal terminal do Aeroporto Internacional Dulles, na região de Washington, nos Estados Unidos, foi reaberta na quinta-feira depois que a polícia determinou que um objeto suspeito encontrado no local não representava uma ameaça, informou a autoridade aeroportuária.
Segundo as autoridades, as áreas de venda de passagens e de recolhimento de bagagens do principal terminal do aeroporto ficaram fechadas por duas horas e meia na tarde de quinta-feira enquanto a polícia conduzia a investigação.
Os voos, no entanto, continuaram operando.
A polícia investigou o objeto suspeito no aeroporto depois que dois pacotes pegaram fogo nas salas de expedição de dois edifícios estaduais em Maryland mais cedo na quinta-feira. Ninguém ficou ferido naqueles incidentes, afirmaram as autoridades.
(Reportagem de James Vicini)
O ESTADO DE S.PAULO
06 de janeiro de 2011 | 16h 33
Azul inicia operações no Tom Jobim, no RJ, em fevereiro
KELLY LIMA - Agencia Estado
RIO DE JANEIRO - A partir de 1º de fevereiro, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras começa a operar no Aeroporto Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro. Segundo nota da companhia à imprensa, de lá será possível viajar para Campinas (SP), Cuiabá (MT), Joinville e Navegantes (SC), além das demais cidades atendidas em Viracopos por meio de escalas e conexões. Ao todo serão seis voos diretos e diários da capital fluminense para o Aeroporto de Viracopos.
O Rio de Janeiro começou a ser atendido pela Azul em março de 2009, com operações no aeroporto Santos Dumont. De lá para cá, já foram transportados 600 mil clientes para a cidade, com média de 28 mil embarcando por mês, segundo a Azul. Atualmente, partem de Santos Dumont 10 voos diários para Campinas, dois diretos para Salvador e dois diretos Porto Alegre.
Com a entrada da Azul no aeroporto Tom Jobim, a companhia terá no total 20 voos partindo do Rio de Janeiro para seis cidades brasileiras. "O Galeão é um dos principais aeroportos do Brasil e nossa entrada neste mercado trará maior comodidade para nossos clientes, principalmente aqueles que irão para o exterior", ressalta Gianfranco Beting, diretor de Comunicação e Marca da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, na nota à imprensa.
Folha de São Paulo
São Paulo, sexta-feira, 07 de janeiro de 2011
REINO UNIDO
British Airways perdeu R$ 130 mi com nevasca
A forte nevasca que atingiu a Europa no mês passado custou à British Airways 50 milhões de libras (R$ 130 milhões), disse a companhia aérea ontem.
O fechamento parcial do aeroporto de Heathrow -o maior do Reino Unido- no período que antecede o Natal resultou em perdas de cerca de 10 milhões de libras (R$ 26 milhões) por dia à companhia.
A empresa BAA, que controla Heathrow, investiga por que ocorreu o fechamento de uma das duas pistas do aeroporto.
Folha Online
06/01/2011 - 13h32
Boeing entrega 462 aviões comerciais em 2010 e cumpre meta
DA REUTERS
A fabricante norte-americana de aviões Boeing informou nesta quinta-feira que entregou 462 aeronaves a clientes em 2010, cumprindo sua meta de atingir cerca de 460 unidades durante o ano.
Ao mesmo tempo, a Boeing disse que fechou encomendas líquidas por 530 aviões comerciais no ano passado, em meio à retomada da demanda por aeronaves pelas companhias aéreas diante da recuperação econômica.
O avião mais vendido pela fabricante, o Boeing 737, totalizou 376 entregas no último ano, batendo o segundo recorde consecutivo.
Em 2010, a empresa anunciou uma série de aumentos do ritmo de produção do modelo para atender à crescente demanda de clientes em todo o mundo.
Segundo a Boeing, o ritmo de produção do Boeing 737 vai subir para 35 unidades por mês no começo de 2012 e atingirá 38 unidades mensais no segundo trimestre de 2013.
A companhia informou, ainda, que os testes de voo de seu novo jato 787 prosseguem.
Folha Online
06/01/2011 - 11h16
TAM lidera queixas nos juizados dos aeroportos de São Paulo
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DE SÃO PAULO
Apesar da pequena diferença na fatia de mercado e do número muito próximo de voos, a TAM lidera o número de queixas nos juizados dos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo, com mais que o dobro das reclamações da Gol.
Balanço do Tribunal de Justiça revela que, de 23 julho de 2010, quando foram abertos, a 3 de janeiro deste ano, foram 976 queixas contra a TAM, 759 delas em Guarulhos e 217 em Congonhas.
As principais são falta de assistência, atrasos e cancelamentos de voos, extravio, violação e furto de bagagem e overbooking (quando a empresa emite mais bilhetes do que os assentos disponíveis).
A Gol teve 476 notificações, 356 em Guarulhos e 120 em Congonhas. Ao todo, foram 2.609 (2.210 em Guarulhos e 399 em Congonhas).
A "liderança" surge num momento em que a TAM enfrenta uma operação-padrão de pilotos e comissários contra o excesso de horas trabalhadas e a cassação de folgas.
Desde o início da semana, ela tem tido atrasos e cancelamentos de voos em cascata em todo o país por problemas na escala da tripulação. "Levei 6 horas na ponte aérea RJ-SP, o tempo que levaria de ônibus", diz o empresário Rodrigo Furlanetto.
"Só o fato de ter juizado no aeroporto já mostra que o sistema está falido. A Justiça ataca as consequências, não as causas. Juizado em aeroporto só existe no Brasil", diz Cláudio Candiota, presidente da Andep (Associação Nacional em Defesa dos Direitos dos Passageiros).
OUTRO LADO
Em nota, a TAM diz estar "sempre empenhada em prestar o melhor serviço aos clientes" e afirma cumprir "todas as exigências de atendimento ao passageiro".
A Gol diz que "não mede esforços para atender melhor os passageiros e que, para ter uma leitura precisa, é necessário levar em conta a relação entre o número de ocorrências e de operações".
Até as 19h, a TAM havia feito 692 decolagens no país, contra 672 da Gol.
Globo Online
Plantão | Publicada em 06/01/2011 às 15h15m
Passageiro rende suposto sequestrador em avião
BBC
Um passageiro teria conseguido render um homem que tentou sequestrar um avião da Turkish Airlines que viajava entre a Noruega e a Turquia na última quarta-feira.
A polícia identificou o suposto sequestrador como Cuma Yasar, um turco de 40 anos.
Ainda não se sabe que motivos ele teve para supostamente tentar tomar o controle do avião. Ele foi levado a um tribunal de Istambul nesta quinta-feira.
O aeroporto da cidade viveu momentos dramáticos quando as primeiras informações sobre a tentativa de sequestro começaram a chegar à torre de controle.
A polícia ainda não esclareceu que motivos Yasar teria para o ataque
O avião da Turkish Airlines voltava de Oslo, na Noruega, quando o homem teria tentado entrar na cabine à força.
Ele dizia ter uma bomba e ameaçava os cerca de 60 passageiros a bordo.
Uma passageira afirmou que todos ficaram muito assustados e que o agressor gritava muito e exigia que o avião voltasse para Oslo.
Mas o homem teria sido rendido rapidamente por outro passageiro que o atacou depois de alertá-lo algumas vezes e fingir que lhe mostrava alguma coisa.
A polícia prendeu Yasar assim que o avião pousou.
A suposta bomba que ele carregava era falsa e ninguém ficou ferido.
Valor Econômico
07/01/2011
Correções
Em relação à reportagem sobre a Rockwell Collins, publicada na edição de 6 de janeiro, na página B8, sob o título 'Cargueiro KC-390 atrai interesse da Rockwell', a empresa esclarece que para os programas 170/190, Phenom 100/300, Legacy 600/650 e Lineage 1000 fornece apenas alguns dos subsistemas dessas aeronaves. Os sistemas maiores da aviônica dessas aeronaves são fornecidos por outros fabricantes.
Diferentemente do publicado na reportagem "Gole Qatar Airwaysfarão compartilhamento de voos", na página B5 da edição de ontem, a Qatar Airways iniciou operações no Brasil no dia 24 de junho de 2010. A empresa tem 94 aviões e planeja alcançar 120 até 2013.
Valor Econômico
06/01/2011
Virgin tenta decolar nos Estados Unidos
A companhia aérea de Richard Branson enfrenta rivais poderosos, regras bizantinas e futuro incerto
Brad Stone | Bloomberg Businessweek
Numa manhã ensolarada de dezembro, a Virgin America deu início a um dia de festividades ao lado das pistas de decolagem do Dallas Forth Worth Airport. Quatro cabeças de gado da raça Longhorn se espreguiçavam em um cercado, enquanto dignitários como o prefeito de Dallas Tom Leppert comiam costelas de porco e artistas do laço se exibiam. A principal atração era o anfitrião Sir Richard Branson, 60, o bilionário bom vivant e fundador do Virgin Group. Enquanto era o centro da comemoração, ele também estava fazendo uma incursão em um território inimigo.
O inimigo, a American Airlines, domina o tráfego aéreo no aeroporto Dallas Fort Worth. A companhia criada há 80 anos e suas afiliadas realizam cerca de 765 decolagens em Dallas todos os dias, respondendo por mais de 85% do tráfego do quarto aeroporto mais movimentado dos Estados Unidos. A pequena Virgin America - com seus 36 aviões e 1,7 mil funcionários - estava iniciando apenas quatro voos diários, dois para Los Angeles e dois para San Francisco.
Branson, de botas de cowboy, capas protetoras de couro sobre as calças e um chapéu de cowboy que parecia relutar em se assentar sobre seus cachos dourados, não parecia intimidado pelos aviões da American Airlines que taxiavam ali perto. "Vocês agora têm uma opção", disse Branson ao público de cerca de 200 pessoas formado por funcionários, políticos locais e jornalistas. "Vocês podem usar a outra companhia aérea e ser tratados um pouco como aqueles animais que estão ali" - disse ele apontando para as vacas - "ou podem usar a Virgin e se divertir."
Nos últimos três anos, a filosofia de diversão nos céus pregada pela Virgin America vem se mostrando promissora, apesar das regras bizantinas, dos rivais poderosos e do fato de que as companhias aéreas, como um todo, tendem a perder dinheiro nas recessões e repiques nos preços dos combustíveis. Mas a empresa de Branson passa por um momento decisivo e seu futuro está longe de certo.
A Virgin America oferece uma alternativa à experiência sempre apertada e tediosa de se voar nas companhias aéreas mais antigas. Seus Airbus A319 e A320 são relativamente novos, há telas embutidas nas costas de todas as poltronas, onde filmes são exibidos durante os voos e todos os aviões proporcionam acesso Wi-Fi à internet. Como resultado, a Virgin vem ganhando uma série de prêmios de melhor companhia aérea doméstica nos últimos três anos, de publicações como a "Condé Nast Traveler" e a "Zagat", e vem conquistando fãs dedicados em círculos como a indústria tecnológica da Costa Oeste dos EUA. "Ela é limpa, é nova, a música é boa e a iluminação deixa você calmo. Ela simplesmente é melhor", diz Jason Hirschhorn, ex-presidente adjunto do MySpace, que prefere voar pelaVirgin America sempre que pode.
Mas a dedicação de alguns fãs e os prêmios não são tudo para uma companhia aérea jovem. Os céus são um mercado brutalmente competitivo, em que as grandes companhias monopolizam rotas, dominam os grandes aeroportos e "prendem" os clientes com programas de milhagem. Desde a desregulamentação do setor em 1978, mais de 100 pequenas companhias aéreas iniciantes surgiram e desapareceram. A JetBlue está entre as poucas que sobreviveram.
Em novembro, a Virgin America anunciou seu primeiro lucro trimestral, de US$ 7,5 milhões, sobre receita de US$ 202 milhões, mas perdeu US$ 22,5 milhões no primeiro semestre do exercício fiscal e mais de US$ 400 milhões desde sua fundação em 2004. David Cush, executivo-chefe da Virgin America e um ex-executivo da American Airlines, promete que a companhia terá lucro em 2011.
O pequeno lucro da Virgin America parece menos promissor diante do cenário extremamente positivo o setor. Com os preços do petróleo bem abaixo dos picos de 2008 e os viajantes americanos voltando a voar, toda a indústria doméstica passa por um período de aquecimento. O índice Bloomberg U.S. Airlines, formado por ações de companhias aéreas, teve uma valorização de 22% em 2010.
A empresa investe em diferenciais: TVs, acesso à web em todas as poltronas e comida a qualquer hora
A Virgin America tem pelo menos parte de um grande ativo: Branson. Ele é um vendedor fabuloso com um carinho especial pela aviação - não só pelos negócios, mas também por aventuras como suas tentativas de dar a volta ao mundo em balões. Quando ele fala, os lucros quase parecem ter uma importância secundária. "As companhias aéreas americanas são muito parecidas e as pessoas que as administram não pensam nem um pouco nos clientes", afirma Branson, sentado na primeira fila de poltronas de um de seus aviões estacionados. "Elas estão se transformando em serviços de ônibus."
Nas duas últimas décadas, Branson vem se concentrando nos serviços aos clientes e no design industrial em uma variedade de negócios, alguns mais bem-sucedidos que outros. Seu Virgin Group começou empresas, ou licenciou sua marca para companhias iniciantes, em setores tão variados quanto os de telefonia móvel, trens, hotéis, refrigerantes, vodca, revistas, preservativos e, mais recentemente, o turismo espacial.
Branson tentou pela primeira vez iniciar uma companhia aérea doméstica nos EUA na década de 90 e discutiu uma associação com o ex-executivo da Southwest AirlinesDavid Neeleman [fundador da brasileira Azul]. No entanto, Branson estava preocupado com uma lei americana que restringia o controle de companhias aéreas domésticas por estrangeiros, o que exigiria que ele transferisse o controle da marca Virgin para Neeleman.
Neeleman partiu para a criação da JetBlue, que conseguiu seu certificado de voo junto ao Departamento do Transport em apenas três meses, abrindo o capital em 2002. Oito anos depois, sentado em um de seus aviões no aeroporto Dallas Fort Worth, Branson diz: "A equipe da Virgin provavelmente foi ambiciosa demais. Estávamos um pouco nervosos com a possibilidade de não poder controlar a marca Virgin e queríamos que a lei de controle estrangeiro mudasse para que pudéssemos ser os donos da companhia". Branson diz que perdeu a esperança de uma mudança na lei e em 2004 decidiu adotar uma postura diferente.
Para financiar o novo esforço, Branson contratou o banco de investimento Lazard para prospectar firmas de private equity dos EUA, que segundo ele demonstraram pouco mais que uma curiosidade mórbida em relação à ideia de iniciar uma companhia aérea após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Duas firmas sem histórico anterior no setor da aviação prometeram apoio: a Cyrus Capital Partners, de Nova York, e a Black Canyon Capitalde Los Angeles. Ambas minimizaram seus riscos estruturando seus investimentos com opções de venda, que garantiram a elas o direito de vender suas ações de volta para a companhia com um ganho de 8%, se ela não cumprisse certos critérios.
Branson acreditava que a estrutura era suficiente para atender às restrições de posse de estrangeiros. Ele também "roubou" o carismático presidente da DeltaAir Lines Fred Reid, que começou sua carreira como agente de reservas da Pan Ame mais tarde foi executivo da Lufthansa, da Alemanha. Reid estabeleceu o primeiro escritório da nova companhia aérea em Nova York, num escritório de três salas sem água potável e com aquecimento apenas esporádico.
Com o capital inicial nas mãos, a Virgin America encomendou 16 jatos Airbus e dedicou-se a transformá-los em aviões da Virgin. Haveria poltronas de couro felpudo, divisórias transparentes entre as classes de voo para tornar a cabine menos claustrofóbica e um sistema de entretenimento à base do toque que ofereceria dezenas de filmes "on-demand" - muito mais que a concorrência -, e a possibilidade de se pedir comida do assento a qualquer momento.
Discussão sobre controle estrangeiro deixou parte da frota no chão por 18 meses e gerou "uma perda de dinheiro horrenda"
No segundo trimestre de 2006, com a Virgin America solicitando uma certificação junto ao Departamento do Transporte, a Continentale a American Airlines lideraram uma batalha para impedir Branson de voar. Em petições ao Departamento do Transporte, questionavam o enquadramento da Virgin America na lei do controle estrangeiro, afirmando que investimentos com opções de compra não representavam uma posse de capital verdadeira e que o bilionário britânico estava manipulando secretamente o processo.
A briga reguladora que se seguiu, travada com lobistas em Washington, Sacramento e a nova sede doméstica da Virgin em San Francisco, durou 18 meses e incluiu uma rejeição provisória do certificado de voo para a Virgin America em dezembro de 2006. Durante todo o processo, a maioria dos 16 aviões da Virgin America permaneceu sem uso e vazia, embora uns poucos tenham sido sublocados para outras companhias aéreas. Branson chama o impedimento de "uma perda de dinheiro horrenda" e diz que os concorrentes "chegaram ao ponto extraordinário de tentar nos asfixiar no nascimento". Ele não especifica quanto capital foi perdido, mas uma pessoa a par das finanças da companhia durante aqueles anos, e que falou sob a condição de permanecer o anonimato, diz que a Virgin America perdeu mais de US$ 100 milhões enquanto esperava para decolar.
Para conseguir o certificado de voo, o Virgin Group teve que fazer acomodações que incluíram abrir mão do direito de vetar decisões sobre a compra de aviões. Fred Reid também foi forçado a renunciar ao cargo de executivo-chefe; as companhias estabelecidas acusaram o executivo-chefe escolhido por Branson de estar ligado demais a interesses estrangeiros.
Com David Cush recém-instalado como CEO, o voo inaugural da Virgin America, do aeroporto John Fitzgerald Kennedy em Nova York a San Francisco, decolou em agosto de 2007. Contribuindo para todas as dificuldades corriqueiras, houve uma alta histórica nos preços do petróleo, que atingiram o pico de US$ 145 o barril em julho de 2008. Enquanto os concorrentes compraram contratos futuros para minimizar o impacto dos preços mais altos dos combustíveis, "o atraso e as incertezas em nossa companhia limitaram nossa capacidade de fazer 'hedge' contra os preços do petróleo", afirma Donald J. Carty, presidente do conselho de administração da Virgin America e ex-CEO da AMR, a controladora da American Airlines. Para os primeiros nove meses de 2008 a Virgin America anunciou um prejuízo de US$ 175,4 milhões, sobre receita de US$ 259 milhões.
Depois desse lançamento tão torturante, os dois investidores americanos exerceram a opção de vender suas participações de volta para a companhia. Ao mesmo tempo, ela enfrentou uma crise de caixa e uma crise reguladora, uma vez que a participação de Branson agora superava os 50%. No refinanciamento que se seguiu, o Virgin Group emprestou outros US$ 60 milhões à Virgin America (que não aumentou a participação da primeira na segunda), e a Cyrus Capital concordou em voltar com um empréstimo de US$ 20 milhões, assumindo também a posição de acionista controlador.
Membros do conselho de administração da Virgin America como Cush, Carty e Samuel K. Skinner, um ex-secretário do Transporte no governo de George W. Bush, também assumiram uma participação coletiva de 21% na companhia para mantê-la enquadrada na regulamentação. Mas o estrago já estava feito: quando a companhia recebeu do Departamento do Transporte a confirmação da legalidade de sua nova estrutura societária, estava bastante atrasada em seus planos de expansão. Ela previra inicialmente voar para 10 cidades no primeiro ano e 30 cidades em cinco anos. A companhia só foi chegar à 10ª cidade - Fort Lauderdale - dois anos após começar a operar. Dallas é o seu 13º destino.
Analistas temem que a jovem companhia pode não ter crescido com a rapidez necessária para sustentar lucros e ela tem apenas US$ 25 milhões no banco. David Cush afirma que a companhia também tem uma linha de crédito de US$ 75 milhões, embora reconheça que "qualquer executivo de uma companhia aérea dirá a você que seria bom ter mais dinheiro". Don Carty, o presidente do conselho de administração, diz que uma abertura de capital "não deve ocorrer antes de 18 meses".
Ela provavelmente precisará de dinheiro. Novas companhias aéreas precisam crescer rapidamente para atrair clientes com uma variedade de destinos e opções de horários de partida, e para ajudar na reprogramação em imprevistos como as nevascas que atingiram a Costa Leste dos Estados Unidos na semana passada - alguns passageiros de voos cancelados da Virgin foram solicitados a esperar uma semana por um novo voo.
A Virgin America tem planos agressivos de crescimento, tendo encomendado 56 novos aviões para os próximos seis anos. Ela quer introduzir no ano que vem seus serviços em aeroportos como o George Bush Intercontinental da Houston e o O'Hare de Chicago, que a United tem como um grande centro de irradiação de voos. A Virgin acredita que seus serviços diferenciados serão suficientes para "roubar" clientes dessas companhias aéreas.
A estratégia não é convencional. "Neste negócio, você precisa ter alguma coisa", diz Neeleman, o fundador da JetBlue, que hoje preside o conselho da Azul, uma companhia aérea iniciante brasileira, e está cético quanto as chances da Virgin America. "Escolher as rotas populares é algo que deixa você vulnerável demais. As pessoas podem aparecer e comparar os preços de suas passagens com mais frequência."
Analistas temem que a companhia não tenha crescido com a rapidez necessária - e ela tem só US$ 25 milhões no banco
Qualquer empresa aérea pode implementar os serviços e amenidades que a Virgin oferece. Companhias como a Delta e a United estão no momento implantando o Wi-Fi em suas frotas. A Continental está em processo de implementação da TV por satélite em seus aviões, sendo que os passageiros terão que pagar por isso, e a Boeingintegrou a iluminação de ambiente de LED nos projetos de seus novos modelos 737. O sistema em voo da Virgin America já mostra sinais de envelhecimento. Os passageiros dificilmente precisam de uma sala de bate-papo em voo ou de uma loja que oferece bolsas para tacos de golfe Callaway a US$ 400, quando estão surfando na internet e mandando e-mails para amigos em seus laptops.
"Não estamos preocupados com o último produto que removemos", afirma Cush. "Estamos pensando no próximo." E o próximo será o que a companhia chama de Cabin 2.0, um novo projeto que incluirá telas à base de toque mais sensíveis, mais canais de TV e videogames multiplayer. A Virgin também não pretende perder a guerra da iluminação ambiente: ela está examinando sistemas de iluminação de LEDs que podem exibir milhares de cores em vez dos atuais 12 tons de rosa, púrpura e azul. "Não vamos nos acomodar e permitir que os outros nos superem", diz Cush.
O que a Virgin America poderá realmente precisar é de mais Branson. Num mundo perfeito, ele poderia injetar capital livremente, ou mesmo fundir a companhia com a Virgin Atlantic, reduzindo os custos e permitindo a ela oferecer seus serviços mais rapidamente para mais cidades. No entanto, as leis de controle estrangeiro tornam difícil para ele fazer sua mágica usual, a não ser de maneira bem superficial.
Poucas horas após a festa nas pistas do aeroporto Dallas Fort Worth, a Virgin America recebeu mais de mil convidados na Winspear Opera House de Dallas para um concerto de Willie Nelson, dias depois de sua prisão mais recente por posse de maconha. Ao apresentar o cantor de música country, Branson brincou, dizendo que Nelson e a Virgin Atlantic têm muita coisa em comum: "Ambos gostamos de voar alto", soltou ele. A plateia achou graça e festejou a noite inteira. Após o evento, até mesmo apoiadores mais próximos reconheceram que o voo que a companhia tem pela frente poderá ser difícil. "É triste. Há uma confluência de coisas que trabalham contra esses caras", disse Fred Reid, o primeiro executivo-chefe da Virgin America, acrescentando em seguida: "Estou esperançoso porque essa é a coisa certa para os passageiros."
(Tradução de Mario Zamarian)
Diário do Nordeste
7/1/2011
TRANSPORTE AÉREO
Infraero aponta riscos no Aeroporto do Cariri
Normas de segurança são essenciais para o bom funcionamento do Aeroporto de Juazeiro, segundo Infraero

Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, está
em área que passa por rápido processo de urbanização. Ocupações
irregulares devem ser contidas FOTO: ELIZÂNGELA SANTOS
Juazeiro do Norte. Os riscos relacionados à ocupação irregular da área que envolve o Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, neste Município, foram debatidos, ontem, no I Seminário sobre Área de Segurança Aeroportuária (ASA), do Aeroporto Regional. Vários alertas foram feitos relacionados ao rápido processo de urbanização da área e, de acordo com a explanação do superintendente regional da Infraero, Fernando Nicácio, até um colégio está dentro da área considerada irregular. O alerta serve para coibir que novos empreendimentos sejam construídos no local e, mais tarde, o Aeroporto possa até ser interditado.
Os riscos começam a se apresentar e o superintende afirma que esse trabalho, por meio de esclarecimentos técnicos da portaria 1.141, que determina a zona de proteção do Aeroporto, chega em uma boa hora, por conta do acelerado processo de ocupação. Alguns imóveis chegaram a ser construídos na área de risco, de forma irregular, e outros, segundo ele, que não tantos, devem ser indenizados pela municipalidade no futuro.
Há áreas, inclusive, segundo Nicácio, já loteadas na área irregular. Ele deverá ter uma audiência com o prefeito de Juazeiro, Manoel Santana, para explicar todo o processo e até a possível condição para a ampliação do Aeroporto, para que não haja um comprometimento futuro.
Do seminário participaram os prefeitos do Crato, Samuel Araripe, a vice-prefeita de Barbalha, Betilde Correia, o vice-prefeito de Juazeiro, José Roberto Celestino, dentre outros administradores e secretários de infraestrutura, e do prefeito de Caririaçu, Edmilson Leite. Representantes do Ministério Público foram convidados, mas não compareceram.
Nicácio lamentou a ausência do prefeito de Juazeiro. Destacou a necessidade de ações que impeçam avanços de construções na área e que a população se concentre dentro da zona de ruído. Imagens da área foram apresentadas pelos técnicos, que mostram a realidade do processo de ocupação, que ainda poderá ser revertido sem problemas. Para Nicácio, a iniciativa tem que ser tomada com urgência.
O coordenador de Meio Ambiente da Infraero no Nordeste, Fernando Aoun, disse que é necessário fortalecer o processo de fiscalização na área, com a aplicabilidade da portaria. Destacou as responsabilidades dos órgãos ambientais e da municipalidade. A área de segurança estabelece o limite de 20km. Dentro dela, há critérios para construções de obstáculos que estabeleçam risco de acidentes, e isso inclui as edificações e também a fauna regional.
Manejo de Fauna
Segundo Aoun, será desenvolvido um Plano de Manejo de Fauna. Esse plano foi solicitado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para verificar a incidência da fauna nessa área. Até 2009, Juazeiro tinha nível crítico. "Há três anos estive no Aeroporto e agora fiquei admirado com o adensamento urbano e a ocupação irregular da área. Já têm casas debruçadas sobre a cerca do Aeroporto. Houve um crescimento alto". Com o Plano, serão estudadas alternativas de desocupação de animais.
O coordenador destacou a construção de uma vila de casas nas proximidades do Aeroporto, já dentro da área considerada irregular. Ele destacou a importância do seminário como forma de sensibilizar o poder público quanto ao processo de ocupação da área. Por conta disso, afirma que foram convidados os prefeitos das cidade mais próximas, como Barbalha, Crato, Abaiara, Caririaçu, Aurora.
Quanto à fauna, a principal preocupação, conforme Aoun, refere-se às aves, que causam problema às aeronaves por estarem dividindo o mesmo espaço. "Pode até causar um acidente de proporções inimagináveis".
O coordenador destacou que não fica inviável a construção de um novo terminal, mas a área está praticamente restrita para esse projeto. Quanto ao ruído, Aoun afirma que muitos moradores já ocupam espaço que excede esse limite. Dependendo do risco operacional, Aoun afirma que o Aeroporto pode até ser interditado.
Afirma que se chegou a esse problema pelo próprio desconhecimento da lei e omissão dos poderes públicos. Celestino alertou os construtores que busquem desenvolver suas obras dentro da legalidade. Ele disse que a audiência com o prefeito e a Infraero será decisiva no sentido de iniciar procedimentos administrativos para coibir a ocupação da área que envolve riscos.
Necessidade
"É preciso que as administrações públicas se sensibilizem com a ocupação irregular da área do aeroporto"
Fernando Aoun
Coordenador de Meio Ambiente no Nordeste da Infraero
MAIS INFORMAÇÕES
Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes/ Avenida Virgílio Távora, 4000
Bairro Aeroporto, Juazeiro do Norte/ (88) 3572.0700 / 3572. 2118
ELIZÂNGELA SANTOS
REPÓRTER
O Povo - CE
06.01.2011| 16:09
Governo federal e estado de SP querem ampliar aeroportos
Temer reiterou a vontade do governo federal de contribuir com o estado de São Paulo
O vice-presidente Michel Temer visitou nesta quinta-feira, 6, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em uma reunião de uma hora, os dois discutiram possíveis parcerias entre os governos federal e estadual. Uma delas voltada à ampliação de dois aeroportos paulistas: em Guarulhos e Campinas.
Temer reiterou a vontade do governo federal de contribuir com o estado de São Paulo. Também disse que a reforma dos aeroportos está entre os primeiros assuntos a ser discutidos entre o governo do estado e a presidenta Dilma Rousseff.
“Há quase 16 anos, estuda-se essa questão dos aeroportos, mas isso não se efetivou”, afirmou Temer, após o encontro. “Este será o primeiro tema que vamos tratar.”
De acordo Alckmin, a ideia é construir um terceiro terminal no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, e uma segunda pista e um segundo terminal em Viracopos, Campinas.
Essas obras são de responsabilidade do governo federal por se tratarem de aeroportos. Alckmin disse, porém, que o governo estadual está disposto a colaborar. "Questões de licença ambiental, de procedimento desapropriatório. Enfim, no que o estado poder ajudar”, completou o governador.
Agência Brasil
O Dia Online
06.01.11 às 13h19
Lixões próximos ao Galeão são fechados para garantir segurança aérea
Rio - A Secretaria Estadual do Ambiente do fechou nesta quinta-feira três lixões clandestinos que funcionavam próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). O fechamento dos depósitos de lixo havia sido pedido em abril do ano passado pelo Ministério da Defesa, por atraírem aves e colocar em risco a segurança das aeronaves.
Entre os lixões fechados pela Secretaria do Ambiente, um funcionava dentro de um terreno da Aeronáutica e outro em um terreno da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). O terceiro se localizava dentro da comunidade carente Vila Joaniza.
Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, depois de fechar os lixões, os locais serão limpos. Em seguida, será preciso evitar que o lixo volte a ser jogado nesses locais, com trabalhos como a melhoria da coleta de resíduos na região.
“Você não resolve só com a repressão. É preciso combinar a repressão com a melhoria do serviço. Todo dia as pessoas produzem uma quantidade brutal de lixo. Tem que ter a coleta diária e a coleta seletiva”, disse Minc.
A Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) informou que implantou a coleta diária de lixo na comunidade. Já a Aeronáutica fará a fiscalização para evitar que o lixo volte a ser jogado em seu terreno. A Secretaria do Ambiente solicitará à Infraero que o terreno usado como lixão seja murado, para evitar o uso clandestino do espaço, que é vizinho à pista do aeroporto.
Agência Brasil
06/01/2011 11:37
Chuva e falta de funcionários atrasam voos em todo o país
Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil
Brasília - A chuva que atinge praticamente todo o país e os problemas enfrentados pelas empresas aéreas, como o déficit de mão-de-obra, continuam provocando atrasos e cancelamentos de voos e exigindo ajustes da malha aérea. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), até as 11 horas, 132, ou 12,1% dos 1087 voos programados desde a zero hora de hoje (6) haviam decolado com mais de trinta minutos de atraso. Além disso, 49 (4,5%) foram cancelados.
Entre os aeroportos mais movimentados, alguns dos mais afetados são o Tancredo Neves/Confins, em Belo Horizonte (MG) e o Juscelino Kubitschek, em Brasília (DF). No primeiro, foram registrados 21,4% voos atrasados, embora não tenha havido nenhum cancelamento. Já no segundo, o índice chegou a 22,9%, enquanto os quatro cancelamentos representam 5,7% do total de voos. Em São Paulo, 14,6% dos voos programados para partir de Congonhas foram cancelados.
Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Gelson Fochesato, os problemas têm várias causas, como a necessidade de adequação da infraestrutura aeroportuária e a falta de uma política de gestão para o setor, mas, de acordo com ele, uma das principais delas é a falta de pessoal.
“Há muitos pilotos e comissários desempregados no país, mas as empresas aéreas contratam o mínimo possível de funcionários para, assim, ganhar mais dinheiro. Aí quando chega a alta estação acontece esse caos”, afirmou o comandante ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, esta manhã.
Sem falar em operação-padrão, Fochesato admitiu que, no final de 2010, após as companhias aéreas se recusarem a atender às exigências salariais da categoria, os trabalhadores decidiram não fazer mais horas extras e nem aceitar alterações de escalas. De acordo com Fochesato, como o número de funcionários contratados pelas empresas é insuficiente para atender à demanda por voos, em dezembro, muitos pilotos e comissários estavam prestes a exceder a jornada mensal, que é de 85 horas de voo ou 175 horas de trabalho.
“Isso também afeta o transporte aéreo, mas decidimos fazê-lo em prol da segurança dos voos e dos passageiros já que tripulações trabalhando estressadas são uma ameaça”, comentou Fochesato, destacando que a categoria continua negociando com o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea) e que uma greve ainda não está totalmente descartada.
Edição: Talita Cavalcante
Jornal de Turismo
Qui, 06 de Janeiro de 2011 12:22
Voos da Argentina chegam lotados a Maceió
Alagoas está lotado de turistas de todo o Brasil e de outras partes do mundo, deixando os hotéis com quase 100% de ocupação. Esta semana, os argentinos começaram a chegar em voos charter de verão, que desembarcam durante o mês de janeiro no aeroporto Zumbi dos Palmares, em Maceió. O primeiro voo da temporada pousou no dia 3 e teve 99% de ocupação, e a previsão para os próximos é de 100%.
Os próximos voos semanais argentinos chegam a Maceió nos dias 10, 17 e 24 de janeiro. O charter (voo fretado) da companhia aérea Andes tem 161 assentos e é uma parceria de um pool de operadoras de turismo composta pelas empresas All Seasons, Top Dest, Thesys, Interlands, e Eurovips.
De acordo com o diretor da operadora All Seasons, Gabriel Sanchez, a procura pelo destino Alagoas está muito boa e a ocupação dos vôos está ótima, com previsão de lotação até o dia 24 de janeiro.
“Isso se deve ao trabalho de divulgação do destino que a Secretaria de Estado do Turismo de Alagoas vem realizando junto aos operadores e agentes de viagens, com capacitação e ações promocionais”, destaca Gabriel.
A secretária de Estado do Turismo, Danielle Novis lembra que em outubro do ano passado, a Setur-AL apoiou a realização de um grande evento para 250 agentes de viagens da Argentina em Alagoas, que contribuiu para a captação dos voos para o verão 2011.
Jornal de Turismo
Qui, 06 de Janeiro de 2011 11:33
Gol e Qatar Airways assinam acordo de compartilhamento de voos
A Gol e a Qatar Airways, empresa aérea nacional do Estado do Catar, anunciam a assinatura de um acordo de code-share (compartilhamento de voos). Pelo acordo, a Qatar Airways poderá adicionar seu código (QR) aos voos oferecidos pela Gol com origem em São Paulo para 48 destinos brasileiros: Aracaju, Bauru, Belém, Brasília, Boa Vista, Cuiabá, Campo Grande, Chapecó, Belo Horizonte (Confins), Campinas, Campina Grande, Curitiba, Caxias do Sul, Cruzeiro do Sul, Fernando de Noronha, Florianópolis, Fortaleza, Rio de Janeiro (aeroportos do Galeão e Santos Dumont), Goiânia, Foz do Iguaçu, Imperatriz, Ilhéus, Juazeiro do Norte, Joinville, João Pessoa, Londrina, Marabá, Manaus, Macapá, Maceió, Maringá, Natal, Navegantes, Palmas, Petrolina, Porto Alegre, Porto Seguro, Porto Velho, Presidente Prudente, Rio Branco, Recife, São Luís, Salvador, Santarém, Teresina, Uberlândia e Vitória.
Dessa forma, a Qatar Airways, que opera do Brasil com voos diretos entre Doha, capital do Catar, e São Paulo, terá a possibilidade de distribuir seus clientes pela rede de linhas da Gol, uma das mais extensas em todo o continente, com múltiplas opções de conexão. Para a Gol, o acordo representará um canal adicional de vendas, promovendo incremento no fluxo de passageiros e nas taxas de ocupação de seus próprios voos.
As duas companhias também avaliam a possibilidade de assinar um acordo de programas de milhagens. Pela parceria, participantes do Smiles, da Gol, e do Privilege Club, da Qatar Airways, poderiam acumular e resgatar milhas em todos os voos operados pelos dois grupos.
“Temos grande satisfação em estabelecer essa parceria com a Qatar Airways, uma das empresas mais reconhecidas na aviação internacional. Com o acordo, além de aumentarmos o movimento em nosso sistema, pretendemos oferecer aos nossos clientes participantes do Smiles acesso direto ao Oriente Médio e à Ásia, ampliando ainda mais a abrangência do programa, que já tem parceiros na América do Norte e Europa”, diz Constantino de Oliveira Junior, CEO da Gol.
"Seis meses atrás, a Qatar Airways fez uma entrada histórica na América do Sul, com voos sem escalas para São Paulo a partir de Doha e, com isso, abriu muitas oportunidades para os passageiros da nossa rede que querem voar para o Brasil", disse o CEO da Qatar Airways, Akbar Al Baker.
"Hoje, estamos muito satisfeitos por ampliar nosso alcance ainda mais em todo o Brasil, maior país da América do Sul, por meio dessa grande parceria com a Gol. Mais acesso e maior número de cidades reforçam a rede da Qatar Airways, o que se converte em benefícios aos clientes, que terão mais opções de escolha".
Seguindo os procedimentos habituais do setor, as companhias encaminharam o contrato para análise e aprovação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Mercado&Eventos
06/01 - 18:45
Lan é eleita empresa do ano em e-commerce
A Lan foi eleita como a empresa do ano em e-commerce, recebendo o prêmio eCommerce Award LATAM 2010, do Instituto Latinoamericano de Comércio Eletrônico (ILCE), pelo seu site lan.com.
"A América Latina conta com excelentes condições para o desenvolvimento do e-commerce, uma vez que a demanda por serviços online está mais ativa que nunca" – afirmou Gonzalo Undurraga, gerente do lan.com. "Nosso desafio está em agregar a esta demanda, maior qualidade e quantidade de oferta. Por essa razão, estamos muito satisfeitos com este prêmio que nos permite compartilhar experiências, aprender as melhores práticas e entender novas oportunidades para desenvolver um melhor lan.com aos nossos clientes. Nesse sentido, lançamos recentemente o lan.com móbile, uma nova ferramenta que permite ao passageiro, de seu celular e/ou smartphone, saber se seu voo está no horário e, inclusive, fazer seu check-in", concluiu Undurraga.
A premiação visa distinguir as melhores empresas que, por seu trabalho no comércio eletrônico e nos negócios pela internet, têm contribuído, inovando e potencializando o mercado na rede e na economia digital de seu país e região.
Mercado&Eventos
06/01 - 16:47
Aeroporto de Manaus registra recorde de passageiros em 2010
O volume de passageiros no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, de Manaus (AM) foi de 2,7 milhões em 2010, segundo dados Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), fornecidos a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur). Este volume representa um crescimento recorde de 125% em relação ao fluxo de passageiros registrado em 2003, quando 1,2 milhão passageiros passaram pelo aeroporto internacional de Manaus.
O destaque para o levantamento é o fluxo de passageiros internacionais. Em 2003, o volume foi de 36.427. Já em 2010, este número chegou a 150 mil, o que representa um crescimento de 312%, no período. O fluxo de passageiros nacionais em 2010 foi 2,390 milhões, o que representa um crescimento 98% em relação a 2003, quando foi registrado um volume de 1,205 milhão.
De acordo com a presidente da Amazonastur, Oreni Braga, esses dados são reflexo dos trabalhos realizados pelo Governo do Estado, por meio do Órgão Estadual de Turismo em parceria com o trade turístico local, na divulgação da Marca Amazonas nos mercados nacional e internacional. "Além disso, o Governo do Estado, por meio da Amazonastur, vem trabalhando intensamente na articulação junto às companhias aéreas no sentido de ampliar e melhorar a logística dos voos que ligam Manaus aos principais hubs nacionais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, com voos diretos e diários", disse Oreni.
Oreni Braga informou que a Amazonastur, juntamente com a Seplan e Sefaz, vem discutindo com as companhias aéreas a possibilidade de ligar Manaus a Foz de Iguaçu e a Porto Alegre, em voos com escala em Brasília ou em Cuiabá. "Esses voos possibilitarão aos turistas sul-americanos conhecerem o Amazonas, bem como os americanos que entram por Manaus conhecerem o Sul do Brasil. Dessa maneira, Manaus estará conectada com todo o País, pois é estratégico e fundamental essa logística para a Copa 2014", completou a presidente.
O Amazonas fechou 2010 com um fluxo de mais de 614 mil turistas nacionais e internacionais, segundo o levantamento Amazonastur. Este volume de turistas representa um crescimento de 9,30% em relação ao ano de 2009, quando foi registrado um fluxo de 561.571. Segundo Oreni Braga, o crescimento no fluxo turismo no Estado colocou o Amazonas entre os dez melhores destinos do Brasil para o Turismo de Lazer, preferido pelo estrangeiro, segundo o levantamento da Embratur.
Mercado&Eventos
06/01 - 15:54
Pantanal inicia novos voos entre São Paulo e cidades nordestinas
A Pantanal Linhas Aéreas inicia neste mês novos voos conectando São Paulo (Congonhas) a cidades nordestinas de Teresina (PI), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Recife (PE) e Ilhéus (BA). A companhia também amplia suas operações em Minas Gerais e no interior paulista, com novas ligações entre São Paulo e as cidades de Belo Horizonte e São José do Rio Preto.
Os novos voos serão operados em aeronaves Airbus A319 e A320, com capacidade para 144 e 174 passageiros, respectivamente. Além disso, os voos a partir de Ilhéus e Teresina terão acesso sem escala a São Paulo/Guarulhos, oferecendo possibilidade de conexão com outros voos domésticos e internacionais que partem da capital paulista.
As passagens e horários dos voos já estão disponíveis no site http://www.voepantanal.com.br/.
Mercado&Eventos
06/01 - 12:02
Tap faz acordo codeshare com Air China
Através do code share com a Air China, companhia aérea que também é membro da Star Alliance, a Tap oferece tarifas do Brasil para Pequim ou Xangai a partir de US$ 2 mil (ida e volta). A Tap oferece voos a partir de nove cidades brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. As conexões com a Air China podem ser feitas em Madri, Roma, Milão ou Frankfurt.
Mercado&Eventos
06/01 - 09:26
Infraero realiza melhorias em Marabá, na Paraíba
O Aeroporto de Marabá/João Corrêa da Rocha (PA) recebeu ao longo de 2010 uma série de ações e melhorias por parte da Infraero. Uma delas é a climatização do aeroporto, que supre uma das principais necessidades do Terminal. Também foi implantada no aeroporto uma porta automática, dotada de um sistema moderno de abertura, facilitando a movimentação das pessoas.
Além de melhorias na infraestrutura, a Infraero se preocupou também em preparar a comunidade aeroportuária para melhor atender os usuários. Uma das ações realizadas foi o Curso de Atendimento à Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, que capacitou mais de 80 pessoas da comunidade.
A última conquista de 2010 foi a certificação do Aeroporto de Marabá pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A Certificação ISO 9001:2008, concedida ao aeroporto, é um atestado do trabalho da Infraero no atendimento de qualidade aos usuários. "Estas conquistas demonstram o comprometimento da Infraero com os usuários do Terminal", enfatizou a superintendente do Aeroporto de Marabá, Rozineide Munis.
Panrotas
Publicada em 6/1/2011 14:18:00
Aeromexico entra na briga para o Japão
Com o fim da ligação da Jal entre São Paulo e o Japão, muitas aéreas querem esse mercado e a Aeromexico é uma delas. Oferece, inclusive, incentivo de 9% às agências de viagens, além da comissão de 6%. E voos com o 777. Informações: 0800-891-7512.
Artur Luiz Andrade
Panrotas
Publicada em 6/1/2011 12:16:00
Aeroporto de Cabo Frio terá mais demanda neste verão
Os números de visitantes com acesso a Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense, pelo aeroporto da cidade deve ser maior durante este verão. De acordo com a Coordenadoria de Indústria e Comércio, 30 mil pessoas devem desembarcar no período de dezembro de 2010 a março de 2011, número que supera em 40% o do mesmo período do ano passado.
Segundo o coordenador Ricardo Azevedo, o início dos voos da Pantanal, empresa que funcionará no período de sexta-feira a domingo com voos regulares de Juiz de Fora, e também os já existentes da Trip, provenientes de Belo Horizonte e da Tam, que faz rota entre Cabo Frio-Rio-São Paulo, vão trazer cada vez mais turistas para o destino.
Durante o final de semana do Réveillon, o município de Cabo Frio recebeu cerca de 850 mil turistas.
Rhaiane Sodré
Aviação Brasil
6 jan, 2011 às 8:29
Lan Airlines deixará de voar para Toronto
A companhia chilena Lan Airlines não mais operará na cidade canadense de Toronto. O último voo está previsto para o dia primeiro de abril de 2011.
Atualmente a rota é operada com Boeing 767-300ER, cinco vezes por semana, com escala em Nova Iorque.













