Sindicato Nacional dos Aeronautas

AeroClipping, 2ª-feira - 31 de janeiro de 2011 - ano IX - nº 20

O ESTADO DE S.PAULO
Webjet faz mudanças em sua cúpula
Lições a se tirar de Viracopos
Passageiros acumulam-se em aeroporto no Egito
Avião cai em Londrina-PR e deixa três mortos
Folha de São Paulo
Processo de união TAM e LAN é suspenso pela Justiça chilena
O Globo
Galeão tem pior desempenho entre 16 grandes aeroportos do país, diz Anac
Comissário de voo: profissão em alta
Rádio Aeroporto
Esquadrilha da...
Fernando de Noronha
Jornal do Brasil
Infraero decola antes que seja tarde
Valor Econômico
TAP reabre onda de privatização aérea
ZERO HORA
Tribunal chileno analisará fusão entre LAN e TAM
Diário do Nordeste
Perigo aviário na Capital
Jornal de Turismo
Airbus minimiza projeções sobre vendas do A320neo
Folha do Turismo
United Continental e AviancaTaca querem firmar codeshare
Boeing e Ethiopian Airlines participam de aço humanitária
Infraero conclui obras na pista do Aeroporto Internacional de Belém
Portal iG
Tribunal chileno congela fusão entre LAN e TAM para consultas
Embraer entregará 10 jatos a empresa aérea ucraniana


O ESTADO DE S.PAULO
31 de janeiro de 2011
Webjet faz mudanças em sua cúpula

O Estado de S.Paulo

Depois de ter sido campeã em atrasos no fim de ano, a Webjet anunciou mudanças em sua cúpula. O vice-presidente de operações, Fernando Sporleder, foi substituído por Julio Perotti, que era superintendente na empresa. Perotti já esteve em reunião na Anac. Segundo a Webjet, estava acertado que Sporleder ficaria só seis meses no cargo. A empresa nega que a mudança tenha a ver com os atrasos de seus voos.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO
29 de janeiro de 2011 | 23h 38
Lições a se tirar de Viracopos
AE - AE

O fim da longa novela da ampliação do Aeroporto de Viracopos, em Campinas - que acaba de receber do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) de São Paulo a licença ambiental prévia para o início da obra, cujo custo é estimado em R$ 823 milhões -, é um passo importante para desafogar o sistema aeroportuário brasileiro, embora ainda reste um longo caminho a percorrer para atingir esse objetivo, antes da prova de fogo que será a realização no País da Copa do Mundo de 2014.

A Infraero apressou-se a lançar, tão logo tomou conhecimento da decisão do Consema, o edital para a contratação do projeto da obra, que inclui uma nova pista e um segundo terminal de passageiros, que permitirão quase dobrar a capacidade do aeroporto. Ela passará dos atuais 5 milhões de passageiros por ano para 9 milhões. Deverão ser construídos também um pátio para aeronaves, um edifício-garagem de quatro andares e um hotel com centro de convenções.

Essas obras criarão condições para a Infraero atingir em seguida outro objetivo - transformar Viracopos no maior hub (terminal de conexões) da América Latina, o que ajudaria a desafogar o Aeroporto de Cumbica, que já opera acima de sua capacidade. As condições meteorológicas favoráveis de Viracopos são um atrativo para várias grandes companhias aéreas internacionais, o que deve facilitar a execução desse projeto.

Independentemente dele, a ampliação de Viracopos - mesmo que não esteja inteiramente pronta até 2014 - já tem uma grande importância, porque deve aliviar a sobrecarga de Cumbica e Congonhas e, assim, facilitar o plano de São Paulo de sediar a abertura da Copa. A Infraero promete concluir pelo menos 25% da obra em novembro de 2013, sete meses antes do início da Copa.

Não há como deixar de lamentar, porém, a demora no início desse projeto. Foram necessários longos 14 anos para que ele chegasse ao ponto atual. Discussões intermináveis sobre os impactos ambientais da obra, que começaram em 1997, e disputas políticas entre a prefeitura de Campinas, o Estado e a União, durante os governos que se sucederam nesse período, foram as responsáveis por essa demora, que ajudou a agravar a superlotação dos aeroportos paulistas, com sérios reflexos em todo o País.

Um projeto anterior de ampliação de Viracopos previa a desapropriação dos imóveis de 16 mil famílias, mas, diante da resistência delas e de grupos ambientalistas, ele acabou abandonado em 2007. Pelo projeto que acabou aprovado, serão retiradas do local 593 famílias de uma comunidade rural e desapropriados também 8,7 hectares de vegetação nativa de uma Área de Proteção Permanente. Durante o tempo em que ficou em exame, o projeto superou 18 ressalvas antes de conseguir sua aprovação por unanimidade pelo Consema.

A urgência desse projeto, prejudicado pela falta de agilidade dos órgãos ambientais e as picuinhas políticas, fica demonstrada pelo fato de que Viracopos cresceu sem parar nesses últimos anos. Só em 2008 e 2010, conforme reportagem do Estado, seu movimento quintuplicou e hoje ele já é o 12.º maior aeroporto do País em número de passageiros e opera voos regulares para importantes cidades, como Frankfurt, Paris e Lisboa.

A lição a se tirar desse caso é que, se os órgãos ambientais e as autoridades de diversos níveis que têm uma parcela de responsabilidade na reforma e ampliação do sistema aeroportuário não agirem com maior presteza, dificilmente se evitará que ele entre em colapso durante a Copa, ou antes mesmo dela. A pouco menos de quatro anos desse evento, o cenário dos nossos aeroportos já é de pátios de aeronaves congestionados e salas de embarque superlotadas.

Dos R$ 6,7 bilhões que a Infraero teve para investir no período de 2003 a 2010, só R$ 2,65 bilhões - ou 39,6% - foram efetivamente gastos. Por aí se vê que, muito mais do que recursos, o que tem faltado para a solução do problema é agilidade na aprovação de projetos e competência gerencial para executá-los. E falta muito pouco tempo para corrigir os erros.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO
29 de janeiro de 2011 | 20h 31
Passageiros acumulam-se em aeroporto no Egito
AE - Agência Estado

Milhares de passageiros acumulavam-se no aeroporto do Cairo neste sábado, em meio ao atraso e cancelamento de diversos voos, ficando impossibilitados de deixar o país por causa do toque de recolher imposto pelo governo.

Enquanto isso, Arábia Saudita, Líbano, Emirados Árabes Unidos e Jordânia organizaram dez voos adicionais para tentar retirar seus cidadãos do país, disseram fontes do aeroporto internacional do Cairo. Entre os que saíram estavam familiares de diplomatas.

A principal operadora aérea egípcia, por sua vez, foi obrigada a cancelar 15 voos agendados porque não conseguiu reunir um número suficiente de tripulantes e funcionários de segurança, disseram as fontes.

Para milhares de viajantes, egípcios e estrangeiros, a notícia significou mais um revés num dia em que pouca coisa deu certo. Cerca de duas mil pessoas correram para o aeroporto no início do dia, muitos sem reserva, na esperança de conseguir um assento num voo para fora do país. Sem voos, os passageiros acumulavam-se no aeroporto, impedidos de sair por causa do toque de recolher e também por medo dos protestos que tomavam conta da capital e que já provocaram mais de 70 mortes.

Outros, que ainda não foram para o aeroporto, contam os dias na esperança de qualquer oportunidade para sair. "Vamos contactar o consulado dos EUA, porque queremos que eles saibam que estamos aqui", disse a norte-americana Regina Fraser.

As perspectivas parecem sombrias. A companhia aérea British Midlands International informou que seu voo de Londres para o Cairo teve de retornar à capital inglesa porque a mudança do horário do toque de recolher impossibilitou a aterrissagem a tempo para que os passageiros deixassem o aeroporto. O avião estava cheio de diplomatas britânicos, pessoas que trabalham em órgãos de direitos humanos, jornalistas e alguns egípcios desesperados por chegar em casa, incluindo um que tentava chegar a tempo para sua cerimônia de casamento, de acordo com um repórter da Associated Press que estava a bordo.

Diversas companhias, entre elas as alemãs Lufthansa e Air Berlin, a norte-americana Delta Air Lines e a polonesa LOT, cancelaram voos e estudavam por quanto tempo iriam manter os cancelamentos. A Delta disse que seus serviços estavam "indefinidamente suspensos como resultado de uma insurgência civil" no Egito.

Outras, como a italiana Alitalia, a holandesa KLM e a British Airways ajustavam seus cronogramas para se adaptar aos horários do toque de recolher. A British disse ainda que enviaria um avião charter para o Egito para retirar de lá os passageiros que queiram sair.

Além disso, os militares fecharam o acesso às pirâmides de Giza, um dos principais atrativos turísticos do país. O turismo responde por até 11% do PIB egípcio e levou mais de US$ 9 bilhões para o Egito nos primeiros nove meses do ano passado. As informações são da Associated Press.

sobe


O ESTADO DE S.PAULO
28 de janeiro de 2011 | 19h 45
Avião cai em Londrina-PR e deixa três mortos
PEDRO DA ROCHA - Agência Estado

Um avião caiu por volta das 18h45 de hoje na zona oeste de Londrina (PR). Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente deixou três pessoas mortas. A aeronave teria dois ocupantes, de acordo com informações repassadas pela torre de controle aérea aos Bombeiros.

Às 18h42 a torre teria perdido o contato com o avião, e em seguida a população local comunicou a queda. Segundo os Bombeiros, é provável que os três mortos estivessem no avião, já que a área da queda tem apenas eucaliptos. Cinco equipes dos Bombeiros foram enviadas ao local.

sobe


Folha de São Paulo
São Paulo, segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Processo de união TAM e LAN é suspenso pela Justiça chilena

DE SÃO PAULO - O tribunal de defesa da livre concorrência do Chile suspendeu para investigação o processo de fusão entre as companhias aéreas LAN e TAM. A medida poderá atrasar a tentativa de se criar uma das maiores empresas aéreas.
A decisão do tribunal chileno atende a uma representação da associação de direitos de consumidores Conadecus, que pediu ao órgão um parecer sobre a adequação do acordo às normas do país.
Em sua representação, a Conadecus disse acreditar que a operação "poderá acarretar graves e nocivos efeitos em matéria de concorrência e que vão muito além da rota Santiago-São Paulo".
Anunciada em agosto de 2010, a fusão LAN e TAM deve criar uma das maiores empresas de transporte aéreo do mundo, com voos para mais de 115 destinos em 23 países. A expectativa das companhias era iniciar operações conjuntas já a partir de junho.

sobe


O Globo
Galeão tem pior desempenho entre 16 grandes aeroportos do país, diz Anac
Geralda Doca

BRASÍLIA. O Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) foi considerado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o menos eficiente entre 16 grandes terminais do país que formam a categoria 1. Ele apresentou a pior pontuação (27,06) no indicador que relaciona a quantidade de passageiros e o volume de carga ao custo de operação. Para se ter uma ideia, o melhor desempenho foi o do aeroporto de Brasília, com 111.3. Por isso, o órgão regulador impôs ao Galeão a meta mais elevada para o ano de 2011: melhorar a eficiência em 30,78%.

Para conseguir atingiro objetivo, a lnfraero terá que repensar a política de gestão do Galeão, pois só há, grosso modo, dois caminhos para melhorar a eficiência do aeroporto: cortar custos ou elevar o número de usuários e o volume de cargas.

Todos terminais da Infraero terão de melhorar eficiência

A imposição de metas individuais aos aeroportos é uma novidade na política do setor e foi aprovada semana passada. Os detalhes constarão de portaria do órgão regulador a ser publicada nos próximos dias. No mesmo texto estará incluído o reajuste das tarifas aeroportuárias, a partir de 14 de março.

A meta fixada para o Galeão foi definida com base num parâmetro internacional chamado WLU (work load units), um indicador de desempenho anual que divide o número de embarques e desembarques e o volume de cargas pelos custos (operacional, administrativo e financeiro).

Guarulhos, principal porta de entrada do país, obteve pontuação de 52,66 e uma meta de melhoria de 15,81%. O WLU de Confins (Belo Horizonte) ficou em 65,91 (meta de aumento de eficiência de 12,64%). Todos os aeroportos administrados pela lnfraero terão que melhorar o desempenho.

O Santos Dumont está na categoria 2 de aeroportos. grupo no qual teve bom resultado. Seu WLU foi de 51,84 e sua meta de aumento da eficiência foi fixada em 2,75%. Foi considerado um dos dez mais eficientes. entre 33 terminais.

A meta ainda não contempla melhoria na qualidade de serviço oferecido ao passageiro, um segundo passo da resolução e que buscará construir um novo modelo de reajuste e revisão das tarifas. Em 2012, no segundo reajuste das tarifas aeroportuárias, a Anac irá analisar o cumprimento das metas por parte da lnfraero.

Segundo cálculos do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (Snea), com base na portaria, o primeiro aumento das tarifas, que vai vigorar no mês que vem, terá maior impacto para as companhias aéreas. A tarifa de embarque doméstico será reajustada em 5,28%, subindo de R$19.6 para R$20,6 nos aeroportos de primeira categoria. No embarque internacional, o aumento será de 1,58%, para R$36,57.

Já o reajuste para as tarifas de pouso e permanência para as aéreas será de 1 58,2%, segundo o sindicato. O impacto e quanto deverá ser repassado para o consumidor ainda será calculado pela entidade.

sobe


Globo-Ilha
30/01/2011
Comissário de voo: profissão em alta
Reportagem e Imagens: Monique Vasconcelos

Engana-se quem pensa que a carreira de aeronauta se resume a gente bonita, belos sorrisos e cabelos impecáveis. Esses profissionais são verdadeiros agentes de segurança. Por isso, algumas escolas de aviação investem em equipamentos, simuladores de voo e em réplicas de aviões a fim de complementar o conteúdo teórico.

É o caso da Eapac. A instituição já formou mais de 20 mil profissionais para as diversas áreas da aviação, como comissários, pilotos e mecânicos de manutenção. Com duração prevista de cinco meses, o curso de formação tem uma extensa grade de disciplinas, como navegação, meteorologia e conhecimentos básicos em aeronaves. Por exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), deve incluir na programação exercícios práticos, como a sobrevivência no mar e na selva. Ao fim do período, os alunos devem passar
por avaliação da Anac para conseguir exercer a profissão.

Para Márcio Vieira, instrutor da Eapac, a característica mais importante para quem deseja ingressar na carreira é a seriedade.

— O comissário deve saber que as datas festivas, como Natal e aniversários, nem sempre serão comemoradas junto à família. Ele deve estar disposto a aprender sempre, pois novos procedimentos surgem rotineiramente — afirma o insulano, que atua como comissário desde 1990.

Todos esses desafios servem como estímulo para os futuros comissários. Alguns alunos contaram, durante a visita da equipe do Caderno Ilha à escola, o porquê de terem escolhido a profissão.

— Foi durante um intercâmbio em Portugal que tive a certeza que não gostaria de trabalhar num lugar fechado e com rotina. Como comissária, eu vou ter a chance de conhecer o mundo — afirma a aluna Carolina Passos, de 23 anos.

Já o insulano Diego Perdigão, de 19 anos, não tem dúvidas com relação à escolha da carreira.

— Eu tenho uma facilidade muito grande para aprender línguas. Sou fluente em inglês, espanhol, francês, sueco e alemão — conta o jovem, que disse ainda ser apaixonado pelas empresas internacionais de aviação.

sobe


O Globo
Rádio Aeroporto
Acelmo Gois

O que se diz no portão de embarque é que o governo vai mesmo nomear um empresário para cuidar da lnfraero.
Especula-se também sobre a sucessão naAnac. É que o mandato de Solange Vieira como diretora presidente acaba no dia 23 de fevereiro.

Por falar

A Anac deve reajustar hoje a tarifa de pouso e permanência em vôos domésticos.
Pela tabela de 1 997, um Boeing que transporta entre 150 e 175 passageiros paga cerca de R$ 1,30 para pousar e ficar na pista até três horas.

sobe


O Globo
Esquadrilha da...
Acelmo Gois

Outro dia, num voo Buenos Aires-Rio das Aerolineas Argentinas, os passageiros sentiram um cheiro forte de cigarro no ar.

Cabreiro, o pessoal falou com a aeromoça. Aresposta: “Não se preocupem, é o piloto que está fumando. Ele pode!” Ah, bom!

sobe


O Globo
Fernando de Noronha
Acelmo Gois

A Gol inaugurou ontem mais um voo regular para Fernando de Noronha. Agora são oito por semana.

Foi a pedido dos moradores, que começavam a sofrer com a falta de mercadorias e até de correio. É que, por causa de restrições da pista, os aviões não podem descer pesados, com capacidade de carga total.

sobe


Jornal do Brasil
29/01/2011
Infraero decola antes que seja tarde
Leandro Mazzini

DEPOIS DE ANUNCIAR edital para ampliação do terminal do aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, a Infraero lançou edital de concorrência – diga-se de passagem, internacional – para obras de ampliação do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). As obras devem durar 24 meses e abrangerão a ampliação do terminal de passageiros, pátio e construção de um hotel, no total de R$ 44 milhões. Mas haverá ainda outra licitação, essa a grande cobiçada, no mesmo aeroporto: obras de R$ 823 milhões para construção de novo terminal de passageiros. Tudo tem que estar pronto até 2013, ordenou a presidente Dilma Rousseff.

sobe


Valor Econômico
31/01/2011
TAP reabre onda de privatização aérea
Estudo da Iata mostra que 155 empresas ainda têm controle governamental, de um total de 775 no mundo
Alberto Komatsu e Assis Moreira | De São Paulo e Bruxelas

Michaela Rehle/ Reuters

Privatização da portuguesa TAP deverá ter início até março. Na América do Sul, há seis companhias em mãos de governos

A venda de uma fatia da portuguesa TAP ao setor privado, prevista para começar até fim de março, reabre a temporada de privatizações no setor aéreo - uma tendência que deve ser mantida nos próximos anos, segundo especialistas e a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, em inglês).

Os governos ainda controlam 155 companhias aéreas no mundo, ou 26% das 775 listadas pela Iata. Mas se depender da União Europeia (UE), o grupo das estatais vai encolher ainda mais, para poupar os contribuintes de pagar por empresas deficitárias.

"Dessas 155 companhias, a TAP é a mais significativa", afirma o consultor aeronáutico Paulo Bittencourt Sampaio. Na terça-feira, em entrevista ao Valor, o presidente da TAP, o brasileiro Fernando Pinto, indicou que a Qatar Airways teria demonstrado interesse em adquirir uma participação na TAP, que é 100% do governo de Portugal. Segundo a imprensa portuguesa, a fatia seria de 40% e mais dois interessados estariam no páreo, a International Airlines Group (IAG, fusão da British com a Iberia) e a alemã Lufthansa.

O peso do setor privado no setor aéreo é grande. As 25 maiores companhias do mundo respondem por cerca de 40% da capacidade global de transporte em aviões. Dessa fatia, 80% são operadas por aéreas privadas, segundo a Boeing. Levantamento feito pela fabricante de aviões, a pedido do Valor, mostra que as aéreas estatais são, em geral, de pequeno porte.

Amélia Torres, porta-voz do departamento de Concorrência nos 27 países membros da União Européia, confirma que a tendência é cada vez mais a de os Estados venderem uma parte ou o controle acionário em companhias aéreas.

Nos anos 1990, lembra ela, muitas companhias se beneficiaram regularmente dos subsídios do Estado. Como não obtinham lucros e acumulavam perdas, os governos entravam para evitar a quebra, distorcendo a concorrência.

Agora, observa Amélia, além do controle estatal na TAP, resta uma pequena fatia do governo italiano na Alitalia, que em 2008 foi absorvida pela fusão Air France-KLM. Entre exemplos recentes de companhias que perderam ou tiveram a influência estatal diluída, ela lembra da Austrian Airlines, vendida para a Lufthansa, além fusão entre Iberia e Bristish Airlines. Outras tomaram o mesmo rumo.

Na América do Sul, segundo dados informados pela Boeing, têm algum nível de controle ou influência governamental as seguintes empresas: Aerolíneas Argentinas, Boliviana de Aviación, Pluna, Suriname Airways, Conviasa e Sol Líneas Aéreas.

No Brasil, a última estatal do setor aéreo foi a falida Vasp. A companhia, fundada em novembro de 1933 por um grupo de empresários paulistas, foi estatizada dois anos depois. Em 1990, no governo estadual paulista de Orestes Quércia e presidência de Fernando Collor, a Vasp foi vendida para o empresário Wagner Canhedo por US$ 45 milhões.

Além do movimento de privatização, corre paralela a tendência de fusões entre companhias, como a da IAG (British e Iberia) e a da Latam Airlines, que reúne a chilena LAN e a brasileira TAM, para citar exemplos mais recentes. Nesse cenário, o foco da Comissão Europeia agora, diz Amélia, é evitar uma concentração excessiva no setor, especialmente entre empresas de um mesmo país.

Na semana passada, em Bruxelas, a Comissão Europeia (o braço executivo da União Europeia), interditou pela segunda vez desde 2004 a fusão entre duas companhias da região. Dessa vez foram as gregas Aegean Airlines e Olympic Air. A Comissão alegou que essa fusão resultaria na formação de um quase monopólio no setor aéreo da Grécia. Em 2007, a Comissão já havia barrado a o projeto de compra da irlandesa Air Lingus pela compatriota Ryanair. Em seis anos, a Comissão analisou 11 concentrações e numerosas alianças aéreas.

No caso da Latam, a aprovação da fusão entre LAN e TAM está sendo analisada por órgãos reguladores. No Brasil, o aval terá de ser dado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). No dia 19, as duas empresas anunciaram a assinatura de dois contratos definitivos para a negociação. A expectativa é a de a Latam decolar daqui a nove meses, no máximo.

"A aviação será uma indústria consolidada com uma dúzia de marcas globais, apoiadas por competidores regionais e de segmentos específicos", disse o presidente da Iata, Giovanni Bisignani, em recente discurso sobre como estará o mercado de aviação em 2050.

Em um relatório especial da Iata sobre consolidação aérea, o presidente da americana US Airways, Doug Parker, diz que "uma indústria fragmentada significa custos maiores, tornando o lucro difícil de aparecer e colocando empregos em risco".

Ainda conforme esse relatório, em 2009, as 10 maiores companhias aéreas da Iata respondiam por 25% do mercado global, em termos de passageiros transportados. Na indústria farmacêutica, acrescenta o estudo, apenas quatro grupos dominam o setor com percentual similar ao do transporte aéreo.

sobe


ZERO HORA
29/01/2011 | 14h09min
Tribunal chileno analisará fusão entre LAN e TAM
Corte acolheu pedido de organização de consumidores que questiona prejuízo à concorrência

O Tribunal de Defesa da Livre Concorrência (TDLC) do Chile investigará se a fusão entre as companhias aéreas Lan e TAM violam a livre concorrência, depois de acolher um pedido da organização de consumidores Conadecus para apurar os efeitos da operação.

"Acreditamos que a operação em questão possa acarretar graves e nocivos efeitos em matéria de concorrência, que vão muito além da rota Santiago-São Paulo, como informou o senhor procurador econômico nacional", afirma a Conadecus no texto do pedido encaminhado ao TDLC.

A Procuradoria Econômica Nacional, um serviço público chileno presidido por um funcionário de confiança do presidente, iniciou uma investigação em agosto para determinar se o acordo vai contra os limites de concentração fixados por lei em algumas rotas.

No Brasil, a proposta de fusão também está sendo analisada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

A brasileira TAM e a chilena LAN, duas das mais importantes companhias aéreas da América Latina, fecharam um acordo para a fusão de suas atividades em um novo grupo, batizado de LATAM Airlines. Uma vez concretizada a fusão, a LATAM Airlines será a maior companhia da América Latina, com valor estimado em US$ 14,5 bilhões, e dominará 6% do transporte aéreo mundial, com 115 destinos em 23 países.

AFP

sobe


Diário do Nordeste
31/1/2011
CRESCIMENTO URBANO
Perigo aviário na Capital
Com a ocupação desordenada da cidade, há a produção de lixo em áreas próximas ao Pinto Martins, atraindo aves

Para quem vive nas proximidades do Aeroporto Internacional Pinto Martins, a existência de pontos de lixo traz medo. Afinal, com tanta sujeira, a costureira Rosameire Santos, 38 anos, não esconde o receio de que os filhos adquiram doenças e, sobretudo, que aconteçam acidentes com as aeronaves. "Fico com medo de que os animais, como os urubus, que vêm comer os restos de comida e dos bichos, batam nos aviões. Depois, eles ou as aves podem cair em cima das casas. Os aviões descem tão perto da gente...".

A relação das aves com o lixo, feita por Rosameire, pode até parecer exagero ou desconhecimento, mas não é. Segundo os dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), as colisões entre aves e aviões é um problema recorrente em vários aeroportos do País, e do mundo.

Riscos

Em Fortaleza, entre 1985 e 2009, ocorreram cerca de 100, conforme o artigo "Perigo Aviário em Aeroportos do Nordeste do Brasil", publicado em julho de 2010 pela Revista Conexão Sipaer, da Cenipa.

Nele, os autores Weber Novaes e Martin Alvarez, constataram que, só no Nordeste, 899 ocorrências aconteceram em dez aeroportos, nessa época. Destes, 121 foram apenas em 2009. Das colisões, diga-se de passagem, os urubus-de-cabeça-preta foram os responsáveis por 319 acidentes, correspondendo a 65,1% de frequência. Para Novaes e Alvarez, a expansão desordenada das áreas do entorno dos aeroportos é, exatamente, um das principais causas.

Em Fortaleza, a situação não se distingue. Basta dar um volta por bairros próximos ao Pinto Martins, para perceber a construção de residências no entorno, bem perto dos pouso das aeronaves. Nelas, expostas nas vias a céu aberto, são visíveis a produção de lixo e a disponibilidade de comida, que atraem aves, principalmente os urubus.

No Montese, por exemplo, os moradores em frente ao aeroporto, como dona Rosameire, deparam-se, apesar da coleta, com a presença de animais, como cachorros e porcos mortos, restos de comidas, mau cheiro, enfim. "Minha ideia é me mudar daqui, pois é muita catinga, doenças. As pessoas jogam toda hora lixo no trem. O negócio é arranjar outro lugar para morar", queixa-se a dona-de-casa Flávia da Silva, 42 anos.

Como reconhece o superintendente regional da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), Fernando Nicácio Cunha Filho, há uma tendência natural de o crescimento das cidades acontecer em direção aos aeroportos, já que, geralmente, eles são construídos afastados dos centros urbanos. A partir daí, segundo comenta, desencadeia-se uma série de problemas como a atração das aves. O ideal, é que fosse obedecida a chamada Área de Segurança Aeroportuária.

Por conta dela, deve haver uma distância de 20 quilômetros do aeroporto, de espaços utilizados como depósito de lixo, entre outros. A Capital cearense, como critica o professor de Gestão Econômica e Ambiental da Universidade de Fortaleza (Unifor), Albert Gradvohl, não vem considerando os princípios técnicos relativos ao seu crescimento urbano e ambiente, amparado no artigo 225, da Constituição Federal.

"A falta de um Zoneamento Ambiental, que discipline de forma compatível o desenvolvimento urbano, tem provocado invasões nos mais diversos tipos de áreas, inclusive, perdendo de vista a função social da propriedade, e a proteção e preservação, total ou parcial dos espaços ambientais".

Conforme a professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), a geógrafa Clélia Lustosa, a ocupação no entorno do aeroporto por populações vulneráveis ocorre em razão da presença de terrenos vazios, de áreas verdes.

Drenagem

Nesses locais, geralmente alagados, sem rede esgoto ou coleta de lixo, há o favorecimento de dejetos, que atraem roedores e pássaros. Esse crescimento se identifica como as cidades informais. "Elas buscam a proximidade de fontes de renda e ocupam áreas desvalorizadas, vazios urbanos que se transformam em área de risco de acidentes naturais e problemas sociais", atribui a geógrafa.

Dessa forma, como o Pinto Martins fica próximo ao centro urbano e de habitações inseridas em áreas de risco, além de perto de terrenos desocupados, que recebem lixo, Gradvohl alerta que tende a gerar uma cadeia alimentar.

O chefe do setor de Fauna do Instituto Brasileiro do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)em Fortaleza, Daniel Machado, acrescenta que o habitat dos animais também passou a ser ocupado, eles ficam em contato direto mais com as pessoas, à procura de alimento e abrigo. O que traz mais prejuízos à fauna, pois geralmente é morta.

Consequências

100 Colisões entre aves e aeronaves civis já foram registradas em Fortaleza, pelo Cenipa, no período de 1985 e 2009. No Nordeste, já ocorreram 899 em dez capitais

65% Dos acidentes foram causados pela colisão com os urubus-de-cabeça-preta, que são os mais comuns nas ocorrências registradas nos aeroportos em todo o Brasil

PODER PÚBLICO E COMUNIDADES
Situação exige mudança de postura


Diante dos riscos causados pelo acúmulo de lixo próximo à decolagem e à aterrissagem das aeronaves, os especialistas apontam que uma das soluções está na mudança de comportamento. Seja por meio da população ou do poder público, medidas precisam ser tomadas para que danos não continuem a ocorrer.

Como defende a geógrafa e professora da UFC, Clélia Lustosa, os órgãos públicos poderiam ser "mais eficientes" no monitoramento das áreas de preservação ambiental. Assim, como relaciona, evitaria-se que locais inapropriados sejam ocupados, provocando sérios problemas.

"A população mais vulnerável aproveita a falta de fiscalização e ocupa os terrenos vazios, de áreas verdes, onde são criados animais e depositado lixo", diz. Ao mesmo tempo, como discute o professor de Gestão Econômica Ambiental da Unifor, Albert Gradvohl, "a cidade precisa se tornar sustentável". Segundo ele, é necessário adequar o crescimento a critérios e regras básicas explícitas em um plano diretor, que trate a questão ambiental como prioridade.

"Um simples exemplo, como manter todos os terrenos desocupados, limpos e murados, e a adoção de tecnologias para o tratamento do lixo urbano, além de um eficiente sistema de coleta seletiva de lixo, é o mínimo que se espera para a quinta maior capital do País", observa o professor. Assim, como resume o biólogo Daniel Machado, chefe do Setor de Fauna do Ibama, o fundamental é que existisse um maior respeito ao meio ambiente.

Por um lado, cita Machado, com um crescimento mais ordenado das aglomerações urbanas e dos centros urbanos, evita-se a destruição de áreas verdes e refúgios da fauna e flora. Com uma consciência e educação ambiental, por outro lado, a população perceberia que não é o único ocupante da cidade. "Há várias outras espécies animais dividindo o ambiente urbano conosco e que não há, necessariamente, um risco ao seres humanos pela presença delas. Na verdade, eles viviam na região antes mesmo de existir uma ocupação humana local", orienta.

Ações conjuntas

Nessa tentativa de unir esforços para sanar o problema é que, como explica o superintendente regional da Infraero, Fernando Nicácio da Cunha Filho, a empresa possui parcerias com os órgãos municipais. De acordo com ele, há o apoio da SER IV para coleta do lixo, que é jogado, inclusive, para dentro do terreno do Aeroporto.

Tanto que, em agosto do ano passado, como informou Heráclito Plácido, por meio assessoria de imprensa da Emlurb,153 carradas de lixo foram retirados com escavadeira de dentro do aeroporto. Em cada carrada, havia 17 mil toneladas. "Há houve reuniões para orientar a população que não jogar lixo, colocou-se placas educativas. Logo após o inverno, acontecerá outra operação desse porte", informou.

Além disso, conforme a assessoria da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização (Emlurb), há regularmente nos bairros no entorno do aeroporto a coleta de lixo às terças, quartas e aos sábados. Aos domingos, como ressaltou, também são realizadas inspeções urbanas para coletar o lixo que é jogado, nos dias em que não passam os carros de coleta.

JANINE MAIA
REPÓRTER

ANÁLISE
Urubus que compõem a nossa história


Componente da história de Fortaleza, o urubu-cabeça-preta (Coragyps Stratus) ganhou destaque internacional com a presença dos soldados norte- americanos, durante a Segunda Guerra, quando a população local era de 180.185 habitantes. A nossa ave, que chegou a ser levada para os Estados Unidos da América no pós-guerra, disputava o espaço aéreo na Capital com blimps e aviões que patrulhavam a costa brasileira contra incursões de submarinos inimigos.

As principais concentrações das aves na cidade ficavam no improvisado aterro do Monte Castelo, Praia do Pirambu, Base do Pici e logo depois no antigo Matadouro Público, hoje Colégio Paulo VI, Montese. A cidade muito deve a esses animais solitários. Quando a limpeza pública era feita por carroças puxadas a burro, eram os amigos alados que cuidavam de áreas onde o homem tinha dificuldade de acesso. Para os cearenses, a ação das aves era muito natural.

CARLOS CÉLIO SOUZA
Chefe de Reportagem

sobe


Jornal de Turismo
Sex, 28 de Janeiro de 2011 13:35
Airbus minimiza projeções sobre vendas do A320neo

A fabricante de aeronaves Airbus minimizou expectativas de encomendas do A320neo nesta sexta-feira, após a divulgação de um analista de Wall Street sobre a previsão de vendas de até mil unidades até junho.

O diretor de vendas da Airbus, John Leahy, classificou o número como "excessivamente otimista", mas diz que a que a empresa crê que venderá "muitas centenas" de unidades desse modelo durante o mesmo período.

Ainda segundo o executivo, já ocorreram conversas preliminares com a Air Lease Corp sobre o avião nesta sexta-feira.

O A320neo foi projetado para prolongar a vida do A320, que compete com o 737, da Boeing.

* Com informações da "Reuters"

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Mercado&Eventos
28/01 - 18:56
United Continental e AviancaTaca querem firmar codeshare

Copa Airlines, Copa Airlines Colombia, Continental Airlines e United Airlines - empresas subsidiárias da United Continental Holdings, e AviancaTaca, anunciaram nesta sexta-feira (28/01) intenção de estabelecer acordos de colaboração bilateral através de codeshare.

A primeira fase do acordo terá início assim que as respectivas autoridades aeronáuticas aprovarem a operação, que incluirá voos entre Estados Unidos, Colômbia e América Central.

"O anúncio de cooperação entre essas companhias é um marco histórico para a Copa Airlines e um passo definitivo para o processo de ingresso na Star Alliance. Agora planejamos firmar acordos de cooperação bilateral com a AviancaTaca e assim firmar uma rede de serviços ampla em benefício aos viajantes", afirmou Roberto Junguito, presidente da Copa Airlines Colombia.

"Essa aliança estratégica com a AviancaTaca ampliará a cobertura da nossa rede com novos destinos na Colômbia e complementará a atual aliança com a Copa Airlines" pontuou Mark Schwab, vicepresidente de Alianças da United Airlines.

Já o presidente executivo da AviancaTaca, Fabio Villegas Ramírez, afirmou "A Taca tem mantido por anos uma ótima relção com a United Airlines, e que agora só tem a crescer com a fusão desta com a Continental Airlines".

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Mercado&Eventos
28/01 - 16:38
Boeing e Ethiopian Airlines participam de aço humanitária

Pela segunda vez em menos de dois meses, a Boeing, a Ethiopian Airlines e a Seattle Anesthesia Outreach (SAO) foram parceiras na entrega de equipamentos médicos para o Black Lion Hospital, o maior hospital da Etiópia. A primeira remessa foi entregue em dezembro de 2010.

Quase 1,2 tonelada de suprimentos médicos foi transportada no porão de carga de um novo Boeing 777-200LR (long range) entregue à Ethiopian Airlines, em 26 de janeiro. Alguns dos suprimentos, como conversores elétricos e outros itens elétricos, complementaram o equipamento de anestesia transportado em dezembro.

Os suprimentos serão vitais para um grupo de 28 médicos, enfermeiras e técnicos de Seattle que viaja para a Etiópia no próximo mês como parte da ajuda humanitária em curso nesta região.

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Mercado&Eventos
28/01 - 13:38
Infraero conclui obras na pista do Aeroporto Internacional de Belém

A Infraero concluiu ontem (27/01) as obras de revitalização do sistema de pista e pátio do Aeroporto Internacional de Belém/Val-de-Cans-Júlio Cezar Ribeiro (PA). A obra incluiu o reforço do pavimento da pista principal de pouso e decolagem, taxiways, do pátio de aeronaves nº 3 e da via de acesso aos hangares das companhias aéreas. O projeto teve investimento de R$ 2,5 milhões.

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Portal iG
29/01/2011 12:17
Tribunal chileno congela fusão entre LAN e TAM para consultas
Decisão pode atrasar ou frustrar a tentativa de se criar uma das maiores empresas do setor no mundo
Reuters

O tribunal de proteção à concorrência do Chile colocou em pausa para investigação o processo de fusão entre as companhias aéreas LAN e TAM, o que poderia atrasar ou frustrar a tentativa de se criar uma das maiores empresas do setor no mundo.

Em meados de janeiro, LAN e TAM determinaram os termos para unir as operações das duas companhias em um prazo entre seis e nove meses.

Uma associação de consumidores do Chile pediu à corte um parecer sobre a adequação do acordo às normas do país. O tribunal aceitou o trâmite, que impede o avanço do processo.

"Suspenda-se nesse ínterim a operação consultada", afirmou a corte em resolução publicada na Internet.

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Portal iG
31/01/2011 09:23
Embraer entregará 10 jatos a empresa aérea ucraniana
Reuters

SÃO PAULO (Reuters) - A Embraer acertou acordo com a companhia aérea ucraniana Dniproavia para a entrega de 10 jatos modelo 190, numa operação de 400 milhões de dólares a preços de tabela dos aviões, mas que pode chegar a 600 milhões se outras cinco opções forem confirmadas.

Segundo a fabricante brasileira, o valor do acordo será incluído a carteira atual de pedidos firmes da Embraer. A operação foi estruturada por meio de uma operação de leasing organizada por terceiros, afirma a empresa.

Os aviões serão configurados em duas classes e terão capacidade para 104 passageiros. A entrega das duas primeiras aeronaves está prevista para o último trimestre de 2011. Todos os dez aviões servirão às rotas domésticas e internacionais.

Além dos 190, a frota da Dniproavia terá 25 aviões da Embraer modelo 145 até o final deste ano.

Em 2010, a Embraer entregou 246 aviões, acima da meta de 227 aeronaves e mais que os 244 aparelhos despachados em 2009. A carteira de pedidos firmes fechou o ano passado em 15,6 bilhões de dólares.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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